terça-feira, 22 de novembro de 2011

Cansado de puxar carroça, cavalo desmaia em avenida de Cachoeira do Sul (RS)



Cansado de puxar a carroça, o cavalo Giraia desabou exausto na Avenida Presidente Vargas, no Bairro Bom Retiro, em Cachoeira do Sul (RS). O cavalo esmorecido sequer conseguia levantar quando a Brigada Militar chegou para fazer o registro da ocorrência de maus-tratos. As costelas salientes sob o couro revelavam que ele estava debilitado. Depois de cerca de duas horas deitado, Giraia conseguiu se levantar para ser levado de volta para casa pelo seu tutor, o jardineiro Adriano de Souza Machado, 37 anos. A cena revoltou moradores, que denunciaram o caso para a Brigada.
De acordo com Machado, Giraia é usado apenas para tracionar a carroça levando seu material de trabalho, como a máquina de cortar grama. Machado garante que o animal não puxa a carroça transportando cargas. Ele admite que o cavalo não esteja forte o suficiente, mas alega que devido à necessidade de trabalhar usou o animal para puxar a carroça. “Havia feito soro nele há uns 20 dias para ele se recuperar”, observa Machado. Ele informou que Giraia tem cerca de 30 anos de idade. Machado havia se deslocado do Bairro Soares ao Cristo Rei e voltava para casa, no Bom Retiro, quando Giraia empacou.
Crueldade
A Brigada registrou um termo circunstanciado por crueldade contra animais e uma audiência foi agendada para o dia 16 de fevereiro de 2012, quando Machado deverá ir ao Fórum para explicar por que estava usando Giraia neste estado. Os policiais chegaram a entrar em contato com a Prefeitura para que o cavalo fosse removido para o departamento de vigilância ambiental, sendo informados de que não existe um plantão para recolher animais.















segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Aspirante a oficial Silvia Wajãpi fala de sua vida

http://programadojo.globo.com/videos/v/aspirante-a-oficial-silvia-wajapi-fala-de-sua-vida/1493941/

Chevron pode perder direito de explorar pré-sal

A companhia petrolífera Chevron poderá perder o direito de participar da exploração do petróleo do pré-sal depois de ter causado o vazamento de milhares de litros de óleo na bacia de Campos. A empresa, que apresentou um projeto à Agência Nacional de Petróleo (ANP), terá sua proposta analisada quarta-feira e, nas palavras do presidente da ANP, Haroldo Lima, "ficou em situação muito complicada". A empresa poderá até mesmo perder a classificação de operadora A, que permite a exploração em águas ultra-profundas em geral.
A classificação da ANP dá às operadoras tipo A o direito de exploração em qualquer meio no País, desde que sob concessão. As operadores B não podem explorar áreas ultra-profundas, como as do pré-sal. A C só pode trabalhar em terra. "Certas prerrogativas que a empresa tem como operadora A, podendo, por exemplo, perfurar até o pré-sal, vão ser melhor examinadas", afirmou Lima.
A avaliação do governo é que a empresa foi irresponsável e negligente. Omitiu informações e induziu a ANP ao erro. Os problemas detectados já geraram uma multa do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), por dano ambiental, de R$ 50 milhões e dois autos de infração da Agência também pelo valor máximo de R$ 50 milhões.
As multas, no entanto, podem aumentar. De acordo com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, a Chevron poderá ser multada ainda se não tiver cumprido todos os requisitos do licenciamento ambiental e o plano de emergência previsto nesses casos e se tiver fornecido informações erradas ou omitido dados. Cada infração poderá gerar outra autuação que pode chegar ao R$ 50 milhões.
Além de ter causado um enorme prejuízo ambiental, a empresa complicou ainda mais a situação ao distorcer e sonegar informações enviadas à ANP. Desde o dia 12 de novembro - cinco dias depois do vazamento ter sido detectado - a empresa apresentou um plano emergencial de abandono do poço no Campo do Frade e pediu urgência na aprovação. No entanto, um equipamento essencial, usado para cortar a coluna central do poço e permitir a colocação de tampões de concreto, não estava no Brasil e chegou apenas hoje - isso não foi dito à Agência. "Trabalhamos com informações falsas quando aprovamos o plano. A empresa não tinha o equipamento necessário e por conta disso todo o plano está atrasado",
informou Lima. "A ANP não foi tratada de forma correta".
A Chevron ainda editou um vídeo de 24 horas do fundo do mar que mostrava os resultados do vazamento. Em vez de entregar o DVD completo, entregou apenas imagens selecionadas, apesar de já ter sido notificada pela ANP. Equipes da agência tiveram que ir à plataforma e requisitar pessoalmente as 24 horas de gravação.
A sequência de problemas causados pela empresa complicou a possibilidade da Chevron ver seu projeto de exploração do pré-sal aceito pela ANP. A proposta, que já estava com a agência e será analisada na próxima quarta-feira, tem grandes possibilidades de ser rejeitada. "Não podemos antecipar, mas os fatos recentes introduzem dados relevantes e o resultado pode não ser o esperado anteriormente pela empresa", disse o presidente. "O que será perguntado é se ela deve continuar a ser uma operadora A".

http://www.dgabc.com.br/News/5927590/chevron-pode-perder-direito-de-explorar-pre-sal.aspx

Incrível a Natureza

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