sexta-feira, 25 de março de 2011

Hora do Planeta




O que é?
A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos.

Quando?
Sábado, dia 26 de março, das 20h30 às 21h30. Apague as luzes para ver um mundo melhor. Hora do Planeta 2011.

Onde?
No mundo todo e na sua cidade, empresa, casa... Em 2010, mais de um bilhão de pessoas em 4616 cidades, em 128 países, apagaram as luzes durante a Hora do Planeta. Em 2011, a mobilização será ainda maior.

http://www.horadoplaneta.org.br/



terça-feira, 15 de março de 2011

Pró Terra: 4° Projeto Agua Viva



Realizado em março em comemoração ao Dia Mundial da Água, o Projeto Água Viva, realizado pelo Pró Terra, têm como objetivo promover a coleta de lixo em um trecho do Rio Paraíba do Sul que percorre Guararema através de barcos, caiaques, bóias, etc. Realizada pelos participantes e repovoamento da ictiofauna nativa, este evento tem tido como resultado a limpeza parcial do rio, onde a cada evento são coletados em média 30 sacos de lixo com capacidade para 100L. Qualitativamente, promoveu a mobilização da sociedade civil demonstrando na prática o quanto o meio ambiente vem sendo poluído e degradado e a importância da preservação do mesmo.


Belinha e o Beltrano resolveram fazer um piquenique no Paud'alho para não perder o evento.. imagino que levarão tudo o que tem direito.. pé de pato, óculos de natação, toca, bóia, cesta com farofa, cadeira de praia, esteira, protetor solar, guarda sol, etc..coisas básicas do dia a dia .. venha se divertir e participar desta linda iniciativa da ONG Pró Terra em defesa ao meio ambiente!!!


Não percam!


Domingo, dia 20 de março em Guararema - SP, a partir das 9 h.

Programação:

09:00hs Saída dos barcos para limpeza do rio - trampolim
10:00hs Apresentação de Belinha e Beltrano - Paud'alho

Mini Oficina Minhocário Doméstico, Artes e Mural e Cantinho da Plantação.


O evento se encerra as 12:00hs.


O MEIO AMBIENTE AGRADECE!!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Quem vai pescar o último atum?

PETER MOON A produção pesqueira mundial cai desde 2004 e o consumo só aumenta. Os dilemas da humanidade para continuar comendo peixe
Diomedia
ADEUS, ATUM
Um atum de 150 quilos como este é raridade. O mais nobre dos peixes foi dizimado. Só restam peixinhos ridículos. E estão ameaçados

A devastação da vida nos oceanos é invisível. Ela não chama a atenção como a imagem das queimadas na Amazônia. A pesca predatória dos cardumes marinhos chama a atenção de forma indireta na hora de ir ao mercado. O preço do quilo do nobre atum está pela hora da morte. O atum à venda nas peixarias é pequeno, em nada comparável ao majestoso atum adulto, um peixe tão grande que chamava a atenção do público nas feiras livres e nos mercados municipais, quando ainda era visto, nos anos 1970. Hoje, espécimes desse porte são raríssimos.

Quando um pescador japonês tem a sorte de fisgar um torô, o atum gordo adulto do qual sai o melhor sushi, o animal é disputado em leilões concorridíssimos no porto de Tóquio. O recorde foi alcançado em 5 de janeiro, quando um torô de 342 quilos foi arrematado por US$ 396 mil – o recorde anterior, de 2001, foi de US$ 173 mil, pagos por um torô de 202 quilos. Só os clientes de restaurantes de elite no mundo provam esse atum. O resto da humanidade precisa se contentar com os atuns minguados do supermercado.

Quanto ao atum enlatado, ele há muito deixou de ser atum. O que se vende com o nome de atum é bonito e albacora, espécies da família do atum. “Dos 23 estoques de atum, a maior parte foi totalmente explorada (mais de 60%), alguns estão superexplorados ou esgotados (até 35%) e só um pouco parece estar subaproveitado (principalmente o bonito)”, lê-se no relatório O estado dos pesqueiros e da aquacultura mundiais – 2010, divulgado em 1º de fevereiro pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO). O relatório mostra que a indústria pesqueira atual é insustentável – para não dizer irresponsável. A pesca oceânica está com os dias contados. A aquacultura responde hoje por 30% de todo o peixe consumido e será dominante em 2020. Mas sua expansão não ocorrerá sem perdas. O dano ambiental será irreparável. Há espécies, como o atum, que desaparecerão do cardápio: as que não forem domesticadas.

O atum é um grande predador marinho, um dos ocupantes do topo da cadeia alimentar no oceano. É o caso do bacalhau, do robalo e do salmão. Todos estão ameaçados. Nenhum faz parte da lista das dez espécies mais pescadas hoje. Não era assim. No passado, cardumes com milhões de peixes imensos cruzavam os oceanos perseguindo bilhões de sardinhas e lulas. Hoje, os cardumes dos grandes predadores são raros, formados por indivíduos de proporções risíveis, uma sombra de seus ancestrais. A redução do tamanho dos peixes é consequência da pesca. Ao matar os peixes maiores de uma espécie, o homem seleciona a sobrevivência dos menores.

O bacalhau é um exemplo. Por séculos, foi um esteio alimentar, a principal fonte de proteína animal dos pobres de Portugal e da Escandinávia. Era abundante, encontrado em números assombrosos nas águas frias da Groenlândia à Irlanda. Até os anos 1980 o bacalhau era barato. Seu preço só subia na Semana Santa. Hoje, é proibitivo o ano inteiro. Os cardumes desapareceram. Sem o banimento de sua pesca, os estoques restantes não serão suficientes para recompor os cardumes. O bacalhau, que sustentou a indústria pesqueira por séculos, virou escasso. O peixe dos pobres tornou-se um prato requintado. E o preço subiu. Daí valer a pena, sob a ótica pesqueira, investir em tecnologia para exterminar os últimos cardumes de atum e bacalhau.

   Reprodução

Os japoneses, coreanos e chineses, com seus imensos navios fábricas que pescam, processam e conservam o pescado antes de voltar ao porto, detectam os cardumes por satélite. Quando isso acontece, lançam-se ao mar redes de arrasto que varrem tudo num raio de quilômetros, destruindo um cardume inteiro, bem como toda a vida a seu redor – prontamente descartada e jogada ao mar.

Quando uma área pesqueira é dizimada, parte-se para outra, e mais outra. Embora o mar ocupe dois terços do planeta, essa estratégia atingiu seu limite. Desde 2004, quando se atingiu o recorde de 84 milhões de toneladas de peixe extraídas dos mares, a produção cai ano a ano. Em 2009, apesar do aumento na frota pesqueira, o volume pescado ficou em 79,9 milhões de toneladas, segundo o relatório da FAO. Enquanto isso, o consumo de peixe só cresce. Em 2004, a humanidade devorou 104 milhões de toneladas. Em 2009, foram 118 toneladas, e a tendência do consumo é continuar crescendo, dada a falta de terras para a produção de proteína animal na forma de gado.

Até agora a indústria do peixe conseguiu satisfazer o apetite humano por peixes, crustáceos e moluscos. Em 2009, chegaram ao mercado 145 milhões de toneladas, a soma da produção das indústrias pesqueira e de aquacultura no mar e em terra. O consumo humano respondeu por 81% da produção. Os 19% restantes viraram ração na aquacultura e farelo para o gado. A aquacultura, que até 1970 era uma atividade marginal, desde então multiplicou a produção em 25 vezes. Ela responde hoje por um terço do peixe produzido. O maior produtor e consumidor é a China. Sua frota retira um quinto do peixe saído dos mares, suas fazendas respondem por um terço da aquacultura e cada chinês come 60 quilos de peixe por ano – três vezes mais que a média mundial, de 17 quilos.

O declínio da pesca marítima é irreversível, a não ser que se estabeleça uma suspensão mundial, dando tempo para a recomposição dos cardumes. A medida, embora sensata, seria impensável. Caso a suspensão fosse aplicada, 40 milhões de pessoas que trabalham e dependem da pesca – a maioria nos países pobres – perderiam a fonte de sustento. A solução poderia ser empregá-las na aquacultura. Tome o exemplo do salmão.

Em quatro décadas, a China domesticou 15 espécies de peixes, número igual ao dos 2.500 anos anteriores

O extermínio dos cardumes selvagens de salmão seguiu o mesmo padrão do atum e do bacalhau. O salmão é um peixe que nasce em água doce, passa a vida adulta no mar e retorna ao rio onde nasceu para procriar e morrer. A construção de barragens, hidrelétricas e a poluição dos rios, associada à pesca oceânica, dizimaram quase todas as subespécies de salmão. “A primeira subespécie a desaparecer foi o salmão do Nordeste brasileiro, ainda nos anos 1970”, diz o jornalista e pescador americano Paul Greenberg, autor de Quatro peixes – O futuro do último alimento selvagem (2010, inédito no Brasil). Greenberg revela os detalhes da destruição progressiva dos estoques de atum, bacalhau, salmão e robalo. “Tudo começou com a extinção do salmão brasileiro”, diz. Em seguida foi a vez das subespécies ibérica, francesa, inglesa, nórdica, americana do Atlântico, californiana e canadense. Hoje, a última subespécie selvagem sobrevivente é o salmão do Alasca.

Se continuamos comendo salmão é porque, daquelas quatro espécies, o salmão foi a única domesticada. Quase todo o salmão consumido no mundo é criado em fazendas na Escandinávia e no sul do Chile. O custo ambiental é imenso. A rede mundial de supermercados Wal-Mart transformou fiordes no sul do Chile em piscinas de criação de salmão. Sua frota pesqueira retira quantidades enormes de sardinha do Pacífico – que faz falta aos peixes selvagens – para alimentar o salmão domesticado. O salmão engorda rápido, é morto, cortado em filés, congelado e enviado de avião aos Estados Unidos. O subproduto é a destruição do ecossistema de um fiorde chileno.

Gráfico: Rodrigo Cunha
Fontes: “The State of World Fisheries and Aquaculture 2010”, National Geographic e Sea Around Us

Talvez esse seja o único caminho. O salmão, a truta, a carpa, a lagosta e as ostras não faltam no supermercado. O mesmo acontece com a tilápia, um peixe de água doce vendido com o requintado nome de Saint Peter (ou Saint Pierre). “No Brasil, na Amazônia, estão tentando criar o pirarucu em cativeiro. Seria fantástico. É o maior peixe de água doce do mundo”, disse Greenberg a ÉPOCA. Há de fato uma corrida mundial para descobrir como criar espécies de valor comercial em cativeiro. Desde 1970, os chineses domesticaram 15 espécies de peixes, número igual às espécies domesticadas em 2.500 anos.

Sempre haverá espécies impossíveis de domesticar. Esse pode ser o destino do nobre atum. Faça uma analogia com os grandes predadores terrestres, os ursos, felinos e lobos. Só cães e gatos foram domesticados. O solitário tigre pode se extinguir na natureza em dez anos. Ursos-polares, onças e lobos-guarás estão ameaçados. Todas essas espécies podem sobreviver em zoológicos. Mas não serão domesticadas. O ser humano não assumirá o controle de seu ciclo de vida e de reprodução.

Os cães têm sorte. Eles nos veem como os líderes da matilha. É quase inconcebível que o mesmo aconteça com o salmão. Qual será o destino dos grandes peixes oceânicos? O aquário municipal?

   Reprodução



http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI210534-15259,00-QUEM+VAI+PESCAR+O+ULTIMO+ATUM.html


    Pró Terra na Festa São Longuinho



    9ª Festa em Louvor a São Longuinho começa hoje em Guararema, vai até dia 13 de março.

    A primeira capela foi construída em 1652 pelos jesuítas. Já em 1732 com a expulsão destes da Capitania de São Vicente a administração do arraial da Escada foi entregue aos Franciscanos, que construíram uma nova capela onde hoje se encontra a atual Igreja. Sua arquitetura é tipicamente barroca, com suas paredes construídas em taipa de pilão. O Arraial da Escada representa a formação do próprio Município de Guararema. Situada no bairro da Freguesia da Escada, a 3,5 quilômetros do centro da cidade, a Igreja resistiu à ação do tempo, passou por reformas e ampliações até ser tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional, no dia 25 de janeiro de 1941. Em 1982, a Igreja passou por uma reforma definitiva quando foi construída a praça em frente . Esta é a única Igreja do Brasil que possui a imagem de São Longuinho, conhecido popularmente como o Santo das coisas perdidas. No centro da capela está enterrado o frei José de Santa Bárbara de Bittencourt, que faleceu em 29 de setembro de 1890.

    Programação da Pró Terra:

    Dia 12/03 - Sábado - 18:00h

    Artesanato

    Coleta de Oleo


    Dia 13/03 - Domingo

    Artesanato

    Mini Oficina de Compostagem Orgânica
    Local: Festa São Longuinho
    Inscrições: rumo.proterra@uol.com
    Início: das 10 h as 17 h
    Duração: trinta minutos
    Público: em geral

    Objetivo: Informar a população a importância da compostagem; ensinar a fazer a compostagem; informar as vantagens e os benefícios da compostagem; informar os tipos de alimentos usados na compostagem; reaproveitar alimentos que iriam ser descartado. Expor e explicar à população participante, os diferentes tipos de materiais utilizados no dia a dia que pode conter na compostagem doméstica, tendo em vista uma atividade de multiplicação.

    Focalizadora: Adriana Maciel e Djane Borba
    Realização: Associação Ambientalista Pró Terra

    Coleta de óleo



    Mais informações:


    www.igrejamatrizdeguararema.org.br








    terça-feira, 8 de março de 2011

    Dia Internacional da Mulher


    O Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de Março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por "Pão e Paz" - por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada do seu país na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917.

    Entretanto a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto.

    A ONU designou 1975 como o Ano Internacional da Mulher e, em Dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, mas também a discriminação e a violência a que muitas delas ainda são submetidas em todo o mundo.

    Ser mulher é ser cidadã, com todos os direitos e deveres.

    Não se curve, não se abaixe, não se deixe instrumentalizar, não se conforme em ser mandado, não colabore (voluntariamente) com o poder vertical. Desobedecer é, antes de qualquer coisa, resistir.

    Quando você resiste ao poder vertical, você estabelece uma sintonia com as grandes correntes de humanização do mundo. Quando você cede, sujeitando-se a alguém ou sujeitando outras pessoas a você (no fundo, dá no mesmo), contribui para desumanizar o mundo e a você mesmo. (Desobedecer Augusto de Franco)

    by Elizabeth Barbosa

    sexta-feira, 4 de março de 2011

    Palestra sobre resíduos sólidos "O lixo é Nosso"




    Caros amigos, educadores, todos aqueles comprometidos com as questões ambientais:

    A Pró Terra, divulga o trabalho da Elizabeth Barbosa!

    Convida vocês a participar deste workshop, na Av. Cel. Octaviano de Freitas Costa, 463,

    Veleiros - São Paulo - SP - Tel: 55 11 5687-8876 / fax: 55 11 3294-7943

    Palestrante:

    Elizabeth Barbosa
    Psicologa Clinica e Ecopsicologa
    (11) 9630 0954 (vivo)
    http://bichodomeio.blogspot.com/
    twitter: @Bethecopsico

    quinta-feira, 3 de março de 2011

    Prêmio São Paulo de Literatura 2011

    Governo do Estado de São Paulo abre inscrições para o Prêmio São Paulo de Literatura 2011.

    Autores e editoras de romances lançados em 2010 podem inscrever-se em uma das duas categorias: Melhor Livro do Ano e Melhor Livro do Ano - Autor Estreante

    No ano passado, o Prêmio São Paulo de Literatura, da Secretaria de Estado da Cultura, deu a largada para a consagração do estreante Edney Silvestre e também celebrou o pernambucano Raimundo Carrero. A partir de quinta-feira (17/2), autores e editoras que publicaram romances em 2010 podem inscrever as obras em uma das categorias do Prêmio: Melhor Livro do Ano e Melhor Livro do Ano - Autor Estreante. O prêmio vai conceder R$ 200 mil para o melhor livro do ano e o mesmo valor para a melhor obra de autor estreante.

    “O Governo do Estado de São Paulo incentiva a leitura por meio de vários eventos e programas da Secretaria de Cultura. Enquanto o Prêmio São Paulo de Literatura festeja os autores novos e os já consagrados, o programa Viagem Literária aproxima leitores de escritores, por meio de encontros nas bibliotecas municipais. Há ainda o Festival da Mantiqueira, que promove o debate entre autores e público, em São Francisco Xavier”, afirma Andrea Matarazzo, Secretário de Estado da Cultura de São Paulo.

    Para concorrer ao prêmio, os livros de ficção do gênero romance devem ser escritos em língua portuguesa, publicados e comercializados pela primeira vez em 2010.

    Confira o regulamento completo do Prêmio São Paulo de Literatura.

    http://www.cultura.sp.gov.br/portal/site/SEC/menuitem.e99818a788c00ec40fc55410e2308ca0/?vgnextoid=bbdc4a3c667bb110VgnVCM100000ac061c0aRCRD


    Até segunda-feira (4/4), escritores e editoras podem entregar a documentação necessária pessoalmente ou (enviar) pelos correios para a Secretaria de Estado da Cultura / Núcleo de Protocolo e Expedição. Rua Mauá, 51, Luz. São Paulo – SP. CEP 01028-900.

    Os finalistas, no máximo dez em cada categoria, serão anunciados durante o IV Festival da Mantiqueira – Diálogos com a Literatura, realizado em maio, em São Francisco Xavier (SP). Os dois grandes vencedores do Prêmio São Paulo da Literatura serão conhecidos durante a cerimônia de premiação no dia 1/8, no Museu da Língua Portuguesa.


    Fonte: ASSESSORIA DE IMPRENSA PRÊMIO SÃO PAULO DE LITERATURA
    Data: 17/02/2011

    domingo, 27 de fevereiro de 2011

    Pró Terra - Minhocário

    O que é composto orgânico? Do que é feito?

    O que denominamos composto é uma mistura de resíduos de diversas fontes, aparentemente sem uso ou valor que pode ser reunido para a formação de um adubo. A compostagem pode ser feita de resíduos vegetais de lavoura, aparas de grama e restos de vegetais da cozinha, bem como de muitos outros materiais.

    O que acontece no processo de compostagem?

    Os materiais têm os mais diversos tamanhos, formas e composição. Estes são misturados e colocados para decompor e passam por processos bioquímicos. Estes processos são realizados por microorganismos que utilizam este material como fonte de energia, absorvendo os ingredientes minerais e carbono.
    Ocorre a degradação deste material em presença de oxigênio e o produto é gás carbônico, água, calor e matéria orgânica utilizável pelas plantas. Nesta atividade microbiana o material aumenta a temperatura, variando de 50 a 70ºC. Quanto mais revolvido for o material mais ar entrará na pilha e se a umidade estiver correta mais rápida será o processo.

    Passo a passo do preparo da compostagem:

    Colocar os resíduos, alternando os vegetais. Usa-se restos de cascas de cozinha bem picados, aparas de grama, pó de café e folhas de chá, erva mate, o papel de filtro do café, guardanapos de papel usados, cascas de ovos bem trituradas, papel branco bem picado, papelão de caixa de ovos bem desmanchada, correspondência descartável de papel branco. Cinzas de lareira ou fogão, também podem ser colocadas, mas em pequena quantidade. Cascas, folhas verdes de hortaliças, frutas, aparas de poda e estercos são considerados materiais verdes e são ricos em nitrogênio e carbono. Já os materiais do tipo papelão de embalagem de ovos ou de tubos de papel toalha ou higiênicos rasgados, papéis brancos, ramos de poda e pó de serra são chamados de materiais marrons, têm mais lenta decomposição, mas contêm muito carbono. A proporção recomendada pela Embrapa é de uma relação de 75% de restos vegetais dos dois tipos para 25% de esterco animal.

    Não use:
    comida cozida que contém sal, carnes cruas ou cozidas de gado, peixe ou aves, sebo, papel toalha usados para fritura, sementes de tomate, cascas de batatas, sementes de moranga e abóbora, sementes de inços, excrementos de cães e gatos, a areia do banheiro do gato, revistas, folders coloridos de propaganda. Também cinzas oriundas de churrasqueira por causa do sal e porque o carvão contém substâncias que podem prejudicar as plantas.

    Dicas Importantes:

    • Pelo método de aterramento, o material não precisa ser revolvido;
    • Equilibre a umidade do material (ele não deve ficar nem muito úmido nem muito seco);
    • Preste atenção aos exemplos a seguir.

    Vantagens da compostagem:


    • Enriquece a terra em alimento para as plantas.
    • Reduz a quantidade de lixo.
    • Melhora a aeração do solo.




    Sobre o Minhoterra




    O Minhoterra é um sistema vivo balanceado, auto-regulável e sem mau cheiro projetado para ajudar as pessoas a reduzirem, reutilizarem e reciclarem o seu lixo orgânico, restos de resíduos como: comida, podas de jardim e papéis, preservando o meio ambiente.


    São 3 compartimentos, como na foto, em que as minhocas migram da caixa do meio para a de cima assim que transformarem os resíduos em húmus, o que leva de 30 a 40 dias dependendo da quantidade. A caixa de baixo, retém o biofertilizante a ser retirado e colocado nas plantas.



    Ao adquiri-lo efetuamos a instalação em sua casa. Sugerimos o local mais adequado, explicamos todo o processo de compostagem e quais os resíduos que podem ser utilizados. Além de prestarmos toda a assistência necessária para a manutenção da sua compostagem.

    Peça seu orçamento!







    "Antes de ensinar as pessoas a salvar a própria alma é preciso permitir-lhes viver em conduções tais que possam saber que tem uma".

    São Vicente de Paula



    imprima somente se necessário.

    O Planeta agradece.



    sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

    Quem se beneficia com a destruição da Amazônia

    Conexões Sustentáveis São Paulo – Amazônia

    O Conexões Sustentáveis é uma iniciativa do Fórum Amazônia Sustentável e do Movimento Nossa São Paulo. Este segundo estudo de cadeias produtivas foi realizado pela ONG Repórter Brasil e a Papel Social Comunicação a pedido do Comitê de Acompanhamento dos Pactos do Conexões Sustentáveis.

    Esta segunda pesquisa do projeto Conexões Sustentáveis mostra que grandes empresas que atuam no município de São Paulo continuam presentes na cadeia produtiva de crimes ambientais e sociais cometidos contra a Amazônia brasileira.

    Em 2008, quando lançamos a primeira edição do estudo, o objetivo foi identificar a relação de empresas de São Paulo com fornecedores que atuam na Amazônia de forma predatória. Os resultados mostraram que atores que produzem gado de corte, soja e madeira estão diretamente envolvidos com o desmatamento ilegal e o trabalho escravo. Esse atores se conectam a outros, indústrias ou tradings, até chegar a varejistas que operam na capital paulista. Dessa forma, grandes empresas baseadas em São Paulo acabam financiando cadeias produtivas insustentáveis.

    Passados três anos, importantes mudanças aconteceram, mas o problema está longe de ter a solução que merece. Um fato importante foi o lançamento dos pactos setoriais da pecuária bovina, da soja e da madeira. Eles representam um importante esforço de empresas que não querem ver seus nomes ou seus produtos associados à devastação de um dos mais importantes patrimônios naturais e sociais do planeta. Atualmente, são mais de 70 empresas empenhadas em monitorar suas cadeias produtivas e evitar a compra de produtos ligados a crimes contra a Amazônia.

    Sempre tendo como foco o município de São Paulo, na edição 2011 a pesquisa relacionou também os varejistas. Matérias-primas obtidas de fornecedores ligados à devastação da floresta e de sua gente tornam-se produtos nas gôndolas de supermercados, lojas de móveis e ou mesmo na construção de nossas casas.

    O objetivo principal desta investigação é alertar as empresas e os consumidores sobre a importância de adotar modelos de negócios que não financiem a exploração predatória dos recursos naturais, a exploração desumana de trabalhadores ou que cause danos às populações tradicionais. É possível produzir na Amazônia sem devastá-la. Obter alimentos e móveis de forma sustentável, com respeito ao meio e às comunidades que dele dependem.

    Afinal de contas, “desenvolvimento sustentável” não é apenas uma expressão bonita para ser utilizada em discursos de fim de ano, em campanhas de marketing ou para atrair consumidores. Tem a ver com escolhas que devem ser tomadas para decidir o futuro. O conforto da população da maior metrópole da América do Sul não pode significar a produção de vítimas a milhares de quilômetros de distância. Queremos para nós um progresso que exija sacrifícios dos outros?

    Os casos apresentados nessa pesquisa (veja índice no menu à direita) são exemplos de cadeias produtivas predatórias. Servem para ilustrar um problema que não se limita ao que é aqui discutido. A intenção não é procurar culpados (até porque, em última instância, todos nós, consumidores, somos responsáveis), mas unir esforços para resolver o problema e monitorar a solução. Com a transparência que uma sociedade que vive na era de informação exige.

    São Paulo continua como a mais importante financiadora da devastação da floresta amazônica por ser a principal consumidora de seus produtos. Com essa segunda pesquisa do projeto Conexões Sustentáveis, esperamos contribuir para reverter esse quadro.




    http://reporterbrasil.org.br/conexoes/

    terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

    Unaí tem usina que transforma lixo em energia

    O lixo que faz parte da paisagem da maioria das cidades brasileiras pode estar perto do fim a médio prazo. Mais exatamente, daqui a quatro anos, se a recém-aprovada Política Nacional de Resíduos Sólidos atingir seu objetivo: transformar o lixo produzido no Brasil em fonte de energia. O entrave é a produção anual de resíduos no país, que passa de 180 mil toneladas/ano, e dificulta o desenvolvimento de tecnologia para realizar essa conversão em larga escala.

    Unaí, em Minas Gerais, é a cidade mais próxima de realizar tal meta com sucesso. Lá, a prefeitura e um empresário tocam o projeto Natureza Limpa, que consiste em incinerar o lixo produzido na cidade em uma miniusina.

    Por enquanto, a unidade não produz energia elétrica, mas os resíduos viram combustível para as siderúrgicas mineiras e matéria-prima para a indústria química. O modelo desenvolvido em Unaí recebeu licença ambiental e pode ser aplicado em todo o Brasil. Por ora, a previsão é de que até o final de 2011 o aterro sanitário municipal seja desativado e todo o lixo da cidade vá para o forno da usina.

    Como funciona

    Algo que pode estimular a multiplicação do processo de Unaí é sua praticidade. Não há separação dos materiais, pois aqueles que não são combustíveis permanecem intactos e são encaminhados para a reciclagem, como o vidro. A vantagem desse sistema é que ele acaba com o chorume, líquido responsável pela contaminação dos mananciais e lençóis freáticos.

    No processo, a substância se transforma em vapor, que é capturado e encaminhado a um destilador, que libera água e oxigênio. Dentro do aparelho, o chorume em estado gasoso é transformado em componentes utilizados na produção de biodiesel, abrasivos e cosméticos.

    Confira o programa completo "Cidades e Soluções" da Globo News

    Repercussão internacional de Belo Monte preocupa governo brasileiro

    Ministério Público aponta irregularidades e questiona viabilidade da hidrelétrica, que é vista com desconfiança no exterior. Já governo brasileiro defende que a obra tem que sair e diz que sociedade local apoia projeto.

    O governo brasileiro está preocupado com a repercussão internacional de Belo Monte. Diante de todas as críticas que acompanham a construção da usina hidrelétrica no rio Xingu, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ligada ao Ministério de Minas e Energia, convocou a imprensa estrangeira para dar esclarecimentos sobre o empreendimento.

    Atualmente, há dez processos na Justiça brasileira que questionam a maneira como o projeto está sendo conduzido pelo governo. Entre as queixas estão denúncias de irregularidades no licenciamento ambiental e desrespeito aos direitos das comunidades tradicionais e indígenas, além da viabilidade da usina.

    Questionado pela Deutsche Welle sobre essas contestações judiciárias, Maurício Tolmasquim, presidente da EPE, rebateu: "Belo Monte é o resultado da participação social local". E recorreu aos números: foram realizadas diversas reuniões, oficinas, fóruns técnicos, encontros com indígenas, famílias locais e audiências públicas.

    A conclusão: "O Brasil é um país democrático, onde é importante haver essa discussão. Mas, alguma hora, a decisão tem que ser tomada. Depois de ouvidas todas as partes, o projeto foi bastante alterado por causa da opinião da população local", adicionou Tolmasquim.

    Há controvérsias

    O movimento Xingu Vivo Para Sempre não se sente incluído dessa forma. "Essa afirmação é mais uma tentativa do governo de tentar fazer com que as pessoas acreditem que esse é um processo participativo, democrático, transparente. É quase uma tentativa de fazer uma lavagem cerebral nas pessoas que estão de fora, que não acompanham o debate", contra-argumenta Renata Soares Pinheiro, uma das coordenadoras do movimento.

    O grupo reúne mais de 250 organizações e movimentos sociais e ambientalistas da região de influência do projeto da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, que historicamente se opuseram à sua instalação no rio Xingu.
    "E isso tudo é usado contra nós, como se estivéssemos validando esse processo pelo fato de estamos indo a esses eventos organizados pelo governo. Vamos para mostrar o nosso descontentamento. E o governo faz publicidade como se fosse uma forma de participação. Mas não é. Porque nossas demandas, os direitos das pessoas que serão atingidas não estão sendo levados em consideração", acusa Pinheiro.

    Representantes da entidade chegaram a encaminhar uma petição à Corte Interamericana dos Direitos Humanos, apontando o descumprimento da legislação brasileira quanto à consulta dos povos indígenas sobre a construção da usina.

    A polêmica é minimizada pelo presidente do órgão ligado ao Ministério de Minas e Energia: "Como em qualquer processo, ao final ainda existe uma pequena minoria que não quer usina nenhuma, e que esteja disposta a odiá-la. Mas, como em qualquer sociedade democrática, isso não pode impedir o governo de dar uma solução final que seja importante para o país e para a própria região", pontua Maurício Tolmasquim.

    Riscos de a usina não sair

    O empreendimento obteve em janeiro a licença de instalação parcial, concedida pelo Ibama, que autoriza a instalação do canteiro e outras obras preparatórias. Por considerar tal licença ilegal, o Ministério Público Federal do Pará entrou com uma nova ação contra Belo Monte, alegando que as condicionantes previstas na licença prévia não estão sendo cumpridas.

    Para Maurício Tolmasquim , no entanto, o projeto tem fundamentação suficiente para não ser barrado pela Justiça. "Mas, como em qualquer processo jurídico, a palavra final é do Judiciário. No entanto consideramos que o dossiê Belo Monte seja favorável o suficiente para que haja uma decisão favorável. E estamos confiantes."

    Belo Monte é uma das principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento e deve ser concluída até o começo de 2015, com potência instalada prevista de 11,2 mil megawatts. Questionado sobre o possível atraso das obras devido aos processos que tramitam na Justiça, o presidente da EPE diz que o abastecimento nacional de energia está seguro.

    "O país tem um excedente médio até 2014 de 5 mil megawatts, considerando uma taxa de crescimento do Produto Interno Bruto de 5% ao ano", exemplifica Tolmasquim.

    Estratégia brasileira

    A construção da usina é a única saída para o futuro do abastecimento brasileiro? "O Brasil considera que é necessário usar várias alternativas para a geração de energia elétrica, e Belo Monte é apenas uma delas", respondeu à Deutsche Welle o presidente da EPE.

    Tolmasquim destaca a importância do projeto no Xingu, mas diz que há outras fontes que também fazem parte da oferta de energia no país. "O Brasil é afortunado porque pode usar a energia hídrica, a dos ventos e a da biomassa de forma complementar. Na Europa, quando os ventos não sopram, a energia é complementada com termelétricas", adicionou.

    Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro, ressalta que o Brasil prioriza a exploração do seu potencial hidroelétrico, estimado em cerca de 150 mil megawatts.

    "Por ser totalmente nacional, o único risco é o hidrológico (chover ou não), seu impacto ambiental é localizado e o Brasil desenvolve , em velocidade surpreendente, novas tecnologias para mitigar os impactos ambientais, sociais e econômicos. E essa é hoje a energia elétrica mais barata obtida no mundo, situando-se em torno de U$ 45 o MW/h", analisa o especialista.

    Sobre Belo Monte, Castro dá destaque à construção do reservatório com a construção de uma central do tipo fio d'água, com redução do espaço alagado e as turbinas do tipo bulbo – que ficam deitadas e são acionadas pelo movimento-fluxo das águas do rio.

    "Esta central hidrelétrica irá beneficiar mais de 10 milhões de famílias pelos próximos 50 anos ao menor custo do MW/h em construção no mundo atual. Qualquer país do mundo que tivesse este potencial ao seu dispor a este custo – que iria beneficiar uma quantidade tão grande de famílias, por um prazo tão longo, adotando práticas ambientais rigorosas – teria tomado a decisão de política energética que o Brasil tomou: construir Belo Monte", conclui Nivalde de Castro.

    http://www.dw-world.de/dw/article/0,,14853684,00.html

    segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

    Planejamento Pró Terra 2011

    Esse começo de ano a Pró Terra em parceria com o CEPPS realizou seu planejamento anual de 2011.

    O Centro de Estudos e Pesquisas em Políticas Sociais e Qualidade de Vida (CEPPS) é uma organização não-governamental sem fins lucrativos com sede em Suzano, bacia do Alto Tietê - Cabeceira, Região Metropolitana de São Paulo. Um dos seus projetos é PLANEJAR - Assessoria, Consultoria e Gerenciamento.

    http://www.cepps.org.br/apresentacao






    Muito validoso!




    quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

    Creche sustentável em São Paulo

    Economia e aprendizado numa tacada só. Essa é a ideia da primeira creche sustentável de São Paulo. Com uso de materiais reciclados, o novo espaço público busca ensinar às crianças que quem respeita o meio ambiente sempre sai ganhando... Inclusive no bolso!

    http://www.youtube.com/user/jornaldagazeta#p/a/u/1/8SGU5zV9rtU

    jornaldagazeta

    terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

    Aprenda a fazer uma “bomba” de sementes

    Por que não utilizar o mesmo conceito em lugares que estão a nossa volta?









    Terrenos baldios, praças abandonadas e canteiros esquecidos poderiam virar verdadeiras áreas verdes com uma biodiversidade incrível, pensando nisso, o site Planet Green desenvolveu uma receita que pode ser preparada em casa para fazer a sua bomba de sementes.










    Ingredientes:

    Argila
    Composto orgânico
    Sementes de sua escolha.
    Preparo: Para cada 5 partes de argila, deve-se misturar uma de composto orgânico e uma de sementes. Mitsture oss ingredientes e adicione água aos poucos até a mistura ficar homogênea. Por fim, basta apertar bem a massa que se formou, molda-la em pequenas bolinhas e deixar secar no sol por algumas horas até que a argila endureça.


    Mais do que admirar projetos inovadores e revolucionários como as bombas ecológicas caseiras, é o espírito sustentável de cada um, aliado a atitude e vontade de transformar o local em que vivemos que conta. Que tal juntar os amigos e familiares e até ensinarmos as crianças a prepararem de maneira divertida, nossas próprias armas de transformação positiva?

    http://planetgreen.discovery.com/

    Exército brasileiro adere à Agenda Ambiental na Administração Pública

    O Exército brasileiro aderiu à Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), programa socioambiental do Ministério do Meio Ambiente sobre o uso racional dos recursos. Durante a assinatura do termo de adesão do Comando do Exército Brasileiro, na segunda-feira (7), o general de brigada e chefe de Relações Internacionais e Meio Ambiente, Floriano Peixoto Neto, assumiu o compromisso de que, até o final de 2013, as ações da A3P estarão em plena execução nas 1.226 unidades do Exército espalhadas por todo o País.

    O Exército é a primeira das Forças Armadas a aderir à A3P e iniciará este ano as ações de sensibilização e capacitação dos 200 mil militares que compõem o quadro efetivo e temporário sobre o uso racional dos recursos, gestão adequada dos resíduos sólidos, licitações sustentáveis e qualidade de vida no ambiente de trabalho. Além disso, há a intenção de estender a multiplicação dos princípios ambientais aos 90 mil jovens alistados que passam anualmente pelos quartéis brasileiros.

    De acordo com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, a adesão ao programa representa apenas o primeiro passo rumo a um diálogo sólido entre o ministério e o Exército.

    A ministra declarou a vontade do Ministério do Meio Ambiente em contar com a parceria do Exército em três novas fronteiras da agenda ambiental: a proteção das florestas e o acesso aos recursos genéticos, combatendo a biopirataria; gerar novos ativos financeiros com a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, buscando novos patamares de distribuição de renda e justiça social; bem como a sofisticação de tecnologias de eficiência energética para formulação de uma estratégia nacional competitiva que permita ao Brasil, definitivamente, fazer a transição para uma economia de baixo carbono.



    Ministério Público

    A Procuradoria Regional da República da 1ª Região, que integra o Ministério Público Federal, também assinou o termo de adesão à A3P na segunda-feira, mas já vem implementando as ações de responsabilidade socioambiental há um ano.

    “Quanto mais parceiros melhor, pois a sustentabilidade não é prerrogativa do Ministério do Meio Ambiente, mas de todos que trabalham para construir uma sociedade mais justa, com distribuição de renda e acesso equilibrado aos recursos naturais”, comemorou a ministra Izabella.

    Além da coleta seletiva solidária e destinação dos materiais recicláveis à cooperativa de catadores, a Procuradoria faz recolhimento de pilhas e baterias, bem como do óleo de cozinha e lâmpadas, destinando os resíduos para empresas que já possuem disposição adequada.

    A pedido dos servidores, a Procuradoria também já iniciou a campanha de sensibilização dos gestores com campanha lúdica e educativa, utilizando os personagens da turminha do MPF, para explicar os materiais que são recicláveis e como deve acontecer a separação nos coletores distribuídos pelas salas de trabalho.

    Em 2011, uma das metas da Procuradoria é achar soluções sustentáveis para o lixo orgânico, com a construção de um minhocário, que servirá como espaço de compostagem desses resíduos.

    “O Ministério Público em sua atuação externa tem a responsabilidade de proteger o meio ambiente e fica contraditório exercer esse papel sem ter a consciência ambiental incorporada nas rotinas diárias de trabalho”, ressaltou Alexandre Camanho, procurador-chefe.

    Para a ministra do Meio Ambiente, o grande benefício dos princípios da A3P é que eles conseguem extrapolar as estruturas dos órgãos públicos e, por meio da mudança de comportamento dos servidores, acabam alcançando as famílias e as comunidades onde moram.


    por Portal Brasil



    http://www.aquiacontece.com.br/index.php?pag=brasil_mundo&cod=2468


    Calendário Ambiental

    Janeiro
    01 Dia Mundial da Paz/Confraternização Universal
    11 Dia do Controle da Poluição por Agrotóxicos

    Fevereiro
    02 Dia Mundial das Zonas Úmidas
    06 Dia do Agente de Defesa Ambiental
    22 Dia da Criação do IBAMA

    Março
    01 Dia do Turismo Ecológico
    14 Dia Mundial de Luta dos Atingidos por Barragens
    19 Dia da Escola
    21 Início do Outono
    21 Dia Florestal Mundial
    22 Dia Mundial da Água
    23 Dia do Meteorologista
    24 Aniversário de criação da Secretaria do Meio Ambiente (1986)

    Abril
    07 Dia Mundial da Saúde
    15 Dia Nacional da Conservação do Solo
    19 Dia do Índio
    22 Dia do Planeta Terra
    22 a 28 Semana da Educação
    23 Dia do Escoteiro
    28 Dia da Caatinga
    28 Dia da Educação

    Maio
    03 Dia do Solo
    03 Dia do Pau-Brasil
    05 Dia Mundial do Campo
    07 Dia Mundial da Saúde
    08 Dia Mundial das Aves Migratórias
    13 Dia do Zootecnista
    16 Dia do Gari
    18 Dia das Raças Indígenas da América
    22 Dia Internacional da Biodiversidade
    22 Dia do Apicultor
    25 Dia do Trabalhador Rural
    27 Dia Nacional da Floresta Atlântica
    29 Dia do Geógrafo
    30 Dia do Geólogo

    Junho
    31/05 a 05/06 Semana Nacional do Meio Ambiente
    05 Dia Mundial do Meio Ambiente
    05 Dia da Ecologia
    08 Dia do Citricultor
    08 Dia dos Oceanos
    17 Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca
    21 Início do Inverno
    23 Dia do Lavrador
    29 Dia do Pescador

    Julho
    02 Dia Nacional do Bombeiro
    08 Dia Nacional da Ciência
    12 Dia do Engenheiro Florestal
    13 Dia do Engenheiro Sanitarista
    17 Dia de Proteção às Florestas
    25 Dia do Colono
    28 Dia do Agricultor

    Agosto
    05 Dia Nacional da Saúde
    06 Dia de Hiroshima
    09 Dia Internacional dos Povos Indígenas
    09 Dia Interamericano de Qualidade do Ar
    11 Dia do Estudante
    14 Dia do Combate à Poluição
    27 Dia da Limpeza Urbana

    Setembro
    03 Dia do Biólogo
    05 Dia da Amazônia
    09 Dia do Veterinário
    11 Dia do Cerrado
    16 Dia Internacional de Proteção da Camada de Ozônio
    16 Dia Internacional para a Prevenção de Desastres Naturais
    17 Dia da Compreensão entre os Homens
    18 Dia Mundial de Limpeza do Litoral
    19 Dia Mundial pela Limpeza da Água
    21 Dia da Árvore
    22 Dia da Defesa da Fauna
    22 Dia da Jornada “Na Cidade Sem Meu Carro”
    23 Início da Primavera
    27 Dia do Turismólogo

    Outubro
    04 a 10 Semana da Proteção à Fauna
    04 Dia Mundial dos Animais
    04 Dia da Natureza
    04 Dia do Cão
    05 Dia Mundial do Habitat
    05 Dia da Ave
    12 Dia do Mar
    12 Dia do Agrônomo
    15 Dia do Professor
    15 Dia do Educador Ambiental
    27 Dia do Engenheiro Agrícola

    Novembro
    01 Dia Nacional da Espeleologia
    05 Dia da Cultura e da Ciência
    09 Dia do Urbanismo
    10 Dia do Trigo
    23 Dia Mundial sem Compras
    24 Dia do Rio
    30 Dia do Estatuto da Terra

    Dezembro
    05 Dia do Voluntário
    07 Dia do Pau Brasil
    10 Dia Universal dos Direitos Humanos
    14 Dia do Engenheiro de Pesca
    15 Dia do Jardineiro
    21 Início do Verão
    29 Dia Mundial da Biodiversidade
    31 Dia da Esperança

    http://www.sermelhor.com/calendarioambiental

    segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

    Conheça a cidade de São Paulo de bicicleta

    Para quem quer conhecer um pouco da história de São Paulo e ainda pedalar, o Terra conta sobre um roteiro prontinho para fazer com outros ciclistas e também dá as dicas para quem ainda precisa ir num ritmo mais lento com a bicicleta. O Pedal das Estações é um passeio de bicicleta pelos principais pontos históricos do centro da capital, que já existe há 17 anos, mas é conhecido por poucos. O grupo de 100 ciclistas sai de manhãzinha do bairro Campos Elíseos e percorre mais de 20 km.

    Roteiro

    Os principais pontos do roteiro da Estação do Pedal são a Estação Júlio Prestes, onde está instalada a sala São Paulo de concertos; a Estação da Luz, construída com base na arquitetura inglesa, no século XX, próximo ao Parque da Luz e à Pinacoteca; o Mercado Municipal, onde é necessário tomar cuidado com carros; o prédio do Banespa, uma das vistas mais privilegiadas da capital; a Catedral da Sé, cartão postal da cidade; o Pateo do Colégio, marco zero de São Paulo; o Vale do Anhangabaú e a Praça Ramos de Azevedo até o imenso Theatro Municipal, construído em 1911 e atualmente em reforma; os viadutos Santa Ifigênia e do Chá, belos e muito movimentados; e, por fim, Campos Elíseos, ponto de partida e também chegada do passeio. Esse é um trajeto mais endurance, então, se você não se sentir preparado, é melhor preparar um roteiro que exija menos esforço físico.

    Cuidado sempre

    Prefira passear de bicicleta pela capital nos sábados ou domingos, quando algumas vias da cidade são transformadas em ciclovias. É o caso do Elevado Costa e Silva, conhecido como Minhocão, passarela que liga o centro da cidade à região da Pompeia. O Elevado lota de paulistanos e de turistas. É importante se lembrar de pedalar sempre à direita dos carros e evite usar fones de ouvido.
    Há também ciclovias em avenidas, que têm parte de suas ruas fechadas para o tráfego de automóveis nos fins de semana. É assim nas Avenidas Juscelino Kubitscheck, na Vila Olímpia, e Inajar de Souza, na Vila Nova Cachoeirinha.

    Park here

    Outras opções são os parques. No Ibirapuera, além de haver ciclofaixa, é possível alugar uma bicicleta. Outros parques, menores, podem ser igualmente divertidos e repletos de verde e ciclistas: Parque do Povo - já foi percorrido de bike até pelo ex-Beatle Paul McCartney, quando visitou o Brasil em novembro de 2010 -, Parque Villa-Lobos, Parque do Carmo e Parque Anhanguera.
    Para quem quer algo menos povoado e realmente exclusivo para ciclistas, uma opção é a ciclovia na Marginal Pinheiros, na zona sul. São 14 km de percurso, entre a avenida Miguel Yunes, em Interlagos, e a estação Vila Olímpia da CPTM. O único contratempo é o mau cheiro que o rio Pinheiros ainda pode ter em alguns dias; prefira percorrer o local nos meses mais frios.
    Tendo uma bike, há muitos passeios que podem tornar seu final de semana diferente. Vá do Memorial da América Latina e do Parque da Água Branca até a sede da Prefeitura; ou do Masp até o Parque do Ibirapuera. Ao final do percurso, você vai ver que pedal, história, verde e São Paulo andam muito bem juntos.

    quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

    25 livros imprescindíveis em sustentabilidade.

    Ricardo Voltolini fez uma lista dos 25 livros que ele considera os melhores sobre Sustentabilidade.

    Pra quem quiser se aventurar:

    (1) Do Berço ao Berço, de William McDonough e Michael Braungart
    (2) Capitalismo Natural, de Paul Hawken, Amory e Hunter Lovins
    (3) Primavera Silenciosa, de Rachel Carson
    (4) A Ecologia do Comércio, de Hawken – influenciou decisivamente Ray Anderson na famosa revolução verde que ele promoveu em sua InterfaceFlor
    (5) Colapso, de Jared Diamond, associa a extinção de algumas civilizações com desrespeito aos limites do meio ambiente
    (6) Gaia, de James Lovelock
    (7) Small is Beautiful, de EF Schumacher
    (8) Nosso Futuro Comum, de Gro Bruntland
    (9) Desenvolvimento como Liberdade, de Amartya Sen
    (10) Banqueiro dos Pobres, de Muhamad Yunus
    (11) Canibais com Garfo e Faca, de John Elkington
    (12) O Relatório Stern, de Nicholas Stern
    (13) O Capitalismo na Encruzilhada, de Stuart Hart
    (14) O Fim da Pobreza, de Jefrrey Sachs
    (15) Riqueza na Base da Pirâmide, de C.K. Prahalad
    (16) o inspirador Espírito Ávido, de Charles Handy
    (17) A Corporação, de Joel Bakan
    (18) Uma Verdade Inconveniente, de Al Gore
    (19) A Economia Verde, de Joel Makower
    (20) A Vantagem da Sustentabilidade, de Bob Willard
    (21) Plano B 4.0 – livro que tive a honra de editar no Brasil, em 2011, pela Ideia Sustentável
    (22) Inteligência Ecológica, de Daniel Goleman
    (23) The Natural Step, de Karl-Henrik Robert
    (24) A Empresa Sustentável, de Andrew Savitz
    (25) Verde que Vale Ouro, de Daniel Easty e Andrew Winston

    http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=86247&edt=

    quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

    Documentário Lixo Extraordinário

    Documentário 'Lixo extraordinário' é indicado ao Oscar. Co-produção brasileira mostra trabalho do artista plástico Vik Muniz no Rio. Trilha sonora do filme foi composta pelo músico americano Moby.


    Cena do documentário 'Lixo extraordinário' (Foto: Divulgação)
    O documentário "Lixo extraordinário", co-produção do Brasil e Reino Unido, foi anunciado nesta terça-feira (25) como um dos indicados para o Oscar de Melhor Documentário.

    Vencedor de prêmios de público nos festivais de Sundance e Berlim em 2010, o filme foi dirigido por Lucy Walker, João Jardim e Karen Harley.

    Gravada ao longo de três anos, a obra acompanha um projeto social do consagrado artista plástico brasileiro Vik Muniz com catadores do lixão de Gramacho, em Duque de Caxias (RJ) - considerado o maior da América Latina e cenário de outro documentário premiado, "Estamira" (2004), de Marcos Prado.

    http://www.youtube.com/watch?v=GkJV6lZK0JI&feature=related

    segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

    O Poder das Mulheres.

    O vídeo 5 Mulheres que fazem a diferença aborda a questão da percepção das mudanças climáticas em ambientes urbanos.

    Além disto mostra a experiência de 5 Mulheres que buscam no seu estilo de ser/estar/viver uma alternativa ao modelão predador da natureza ou desconectado da relação de dependência com o Planeta.

    O material foi idealizado pelo Vitae Civilis, com apoio da Oxfam e dirigido pelo Tomaz Cavalieri (10 e 20 Produções).

    domingo, 16 de janeiro de 2011

    Planeta no Parque 2011 - 22 a 25 de janeiro no Parque do Ibirapuera

    Inspirado no Ano Internacional das Florestas, o Planeta no Parque 2011 subverte a ordem urbana e propõe a invasão da cidade pela floresta.

    Assim, de 22 a 25 de janeiro, tomará o Parque do Ibirapuera, em São Paulo, com uma intensa programação de atividades – shows, teatro, oficinas e caminhadas –, convidando o público a transformar seu olhar e sua relação com a natureza. Aqui, a equipe do Planeta Sustentável revela detalhes da riqueza dessa grande área verde, que é cartão postal da cidade, e registra cada movimento da quarta edição deste evento pela sustentabilidade.

    http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/planetanoparque2011/

    sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

    Campanha do MMA evita consumo de 5 bilhões de sacolas plásticas

    Divulgação A meta da campanha era atingir 10% de redução de sacolas plásticas até o final de 2010, tendo como base o ano de 2009, quando foram produzidas 15 bilhões de sacolas no Brasil. A meta foi ultrapassada, chegando a 33% de redução.

    Melissa Silva

    Cerca de cinco bilhões de sacolas plásticas deixaram de ser consumidas em um ano e meio de campanha Saco é um Saco. A meta da campanha era atingir 10% de redução de sacolas plásticas até o final de 2010, tendo como base o ano de 2009, quando foram produzidas 15 bilhões de sacolas no Brasil. A meta foi ultrapassada, chegando a 33% de redução. De acordo com a coordenadora técnica da campanha no Ministério do Meio Ambiente, Fernanda Daltro, trata-se de um "resultado coletivo motivado pelo debate nacional sobre o consumo de sacolas plásticas".
    Esse número reúne as estimativas levantadas pelas três maiores redes de supermercado no País (Walmart, Pão de Açúcar e Carrefour), pelas cidades que baniram as sacolas voluntariamente, como Xanxerê (SC) e Jundiaí (SP) e pelo Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, da indústria do plástico.
    Durante a campanha foram produzidos 19 spots de rádio, três filmes para TV e cinema - exibidos no canal Futura e nas salas de cinema da rede Rain -, e dois concursos culturais. Além disso, o uso de ecobags foi estimulado por vendas e distribuição gratuita. A rede Pão de Açúcar, por exemplo, vendeu 200 mil sacolas retornáveis em 2010.O Ministério do Meio Ambiente, por sua vez, distribuiu outras 200 mil ecobags.
    Com criatividade os supermercadistas buscaram voluntariamente alternativas para favorecer a mudança de comportamento do consumidor. O WalMart criou o programa "Cliente Consciente Merece Desconto", oferecendo desconto de R$ 0,03 a cada cinco itens adquiridos. O desconto é calculado diretamente nos caixas das lojas. Para ganhar o desconto, pode-se utilizar qualquer embalagem alternativa às sacolas plásticas, como sacolas retornáveis, caixas de papelão ou carrinhos de feira.
    Já o Pão de Açúcar passou a oferecer pontos no cartão fidelidade aos clientes que recusarem sacolas plásticas e a empresa de produtos de higiene Kimberly-Clark incluiu alças às embalagens de papel higiênico, para que o consumidor não precise de uma sacola plástica para carregar seu pacote
    Além dessas empresas, a campanha contou com outros parceiros que agregaram esforços, como Carrefour, CPFL, Livraria Saraiva, CNT, Rádio Câmara, Vivo, Gol Linhas Aéreas e instituições de referência no tema consumo consciente como Instituto Akatu e WWF.
    Vários artistas se engajaram na campanha. Entre eles, a apresentadora Xuxa, as atrizes Maitê Proença, Christiane Torloni e Carla Camurati, e personalidades como José Júnior do Afroreggae e o surfista Teco Padaratz, que gravaram spots veiculados em mais de duas mil rádios comunitárias e comerciais.
    Consciência ecológica coletiva - Durante os 18 meses de campanha, reduzir o consumo de sacolas plásticas passou a ser consequência do debate promovido com a sociedade brasileira sobre a tragédia socioambiental causada pelo consumo excessivo de sacolas plásticas, bem como do engajamento dos consumidores e do setor varejista na causa.
    Para a secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, Samyra Crespo, ao mobilizar a sociedade brasileira em torno do tema 'consumo consciente de sacolas plásticas', "a campanha estimulou o pensamento crítico acerca de como consumimos e que impacto este consumo tem no meio ambiente e em nossa qualidade de vida. Provocou varejistas, industriais, o poder público em vários estados e municípios, e também consumidores, a encontrar soluções".

    Com a mobilização, foi possível estimular ações de governo e do setor produtivo para o consumo consciente de embalagens e ainda atuar de forma convergente aos objetivos e compromissos do Brasil no Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis, ligado ao Processo de Marrakech, coordenado pelas Nações Unidas, do qual o País participa desde 2007 para apoiar e fortalecer iniciativas que promovam mudanças nos padrões de consumo e produção.
    A campanha foi citada pela Consumers International em seu site como um bom exemplo de prática voltada para o consumo sustentável e no cenário internacional colocou o Brasil no grupo de países que já estão fazendo algo para minimizar o impacto ambiental das sacolas plásticas. O uso de ecobags promove a diminuição do consumo de petróleo e sua conseqüente emissão de CO2, bem como a produção de lixo que viaja pelas correntes marinhas por todo o Planeta.
    "O ciclo de mudança dos padrões de produção e consumo no Brasil começou", comemora Samyra. "Colocando o País em sintonia com os esforços internacionais e proporcionando aos brasileiros compartilhar a consciência ecológica coletiva."

    O que vem por aí - Com o pontapé inicial dado pela campanha, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) se animou e estipulou metas de redução para o setor varejista, atingindo aproximadamente 76 mil estabelecimentos espalhados por todo País. Trata-se de pacto setorial firmado com o MMA que prevê a redução em 30% das sacolas plásticas nas lojas de todo o País até 2013 e 40% até 2014, tendo como base os números de produção de 2010, estimados em aproximadamente 14 bilhões.
    Algumas redes de supermercados estabeleceram suas próprias metas, como o Walmart que pretende reduzir em 50% até 2013 e o Carrefour que deseja banir as sacolas plásticas em suas lojas até 2014.
    E a conscientização continua, pois como alerta o slogan da campanha: "Saco é um Saco: pro Planeta, pra Cidade, pro Futuro e pra Você".

    http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=ascom.noticiaMMA&idEstrutura=8&codigo=6426

    2011 é declarado o Ano Internacional das Florestas pela ONU

    Campanha sensibiliza a sociedade mundial para preservação das matas, essenciais para a vida sustentável no planeta.

    Para sensibilizar a sociedade sobre a importância da preservação das florestas para uma vida sustentável no planeta, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), declarou 2011, oficialmente, o Ano Internacional das Florestas [acesse o site oficial, em inglês].

    Segundo a ONU, a ideia é promover ações que incentivem a conservação e a gestão sustentável de todos os tipos de floresta do planeta, mostrando à população mundial que a exploração das matas sem um manejo sustentável pode causar uma série de prejuízos, como a perda da biodiversidade, o agravamento das mudanças climáticas, migrações desordenadas para áreas urbanas e o crescimento da caça e do desmatamento ilegal.

    A exploração predatória e o desrespeito ao ciclo de vida natural das florestas têm como consequência a ameaça da sustentabilidade econômica, das relações sociais e da vida humana no planeta. Isso acontece porque as floretas são a fonte, entre outros, de água potável e alimentos. Por outro lado, fornecem também matérias primas para indústrias essenciais como a farmacêutica e da construção civil, além de desempenhar um papel vital na manutenção da estabilidade do clima e do meio ambiente globais.

    Florestas são 1/3 do mundo
    Atualmente, segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), as florestas cobrem 31% da área terrestre total do planeta, abrigam o lar de 300 milhões de pessoas ao redor do mundo e têm responsabilidade direta na garantia da sobrevivência de 1,6 bilhão de pessoas e de 80% da biodiversidade da Terra. Só em 2004, o comércio mundial de produtos florestais movimentou US$ 327 bilhões (algo em torno de R$ 588,8 bilhões).

    No Brasil
    O Brasil abriga 60% dos aproximadamente 5,5 milhões de km² da área total da Floresta Amazônica, a maior do planeta. A mata se estende por mais oito países: Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Equador, Suriname, Guiana e Guiana Francesa. A Amazônia é também a maior floresta úmida e com maior biodiversidade.

    Dentro do Brasil, ela se estende por nove Estados: Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia, Acre, Amapá, Maranhão, Tocantins e parte do Mato Grosso, representando mais de 61 % do Território Nacional.

    Esta riqueza natural, no entanto, tem sido alvo de exploração predatória e ilegal, ameaçando assim o ciclo natural da reprodução dos recursos, bem como a subsistência das comunidades indígenas que habitam a região.

    População urbana se beneficia
    O estudo Quem se beneficia com a destruição da Amazônia, realizado em 2008 por iniciativa do Fórum Amazônia Sustentável e do Movimento Nossa São Paulo, mostrou que as populações urbanas são as que mais se beneficiam dos recursos extraídos da floresta.

    O levantamento cita dados do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que apontam o Estado de São Paulo como o principal comprador da madeira extraída legalmente da Amazônia: "os paulistas absorvem 23% (12,7 milhões de metros cúbicos de madeira) do total que se extrai na floresta. A quantidade representa mais do que a soma do volume adquirido pelos dois estados que aparecem em segundo lugar, Paraná e Minas Gerais, ambos com 11%", diz o estudo.

    90% da madeira é ilegal
    No entanto, apesar dos esforços do poder público, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) estimou, em 2008, que o volume de madeira ilegal da Amazônia que abastece o mercado pode chegar a 90% do total consumido no país. A indústria da construção civil, segundo o estudo, é a que mais se beneficia dessa matéria prima.

    O título de maior exportador mundial de carne do Brasil também acarreta problemas para as florestas nacionais, já que a expansão das pastagens é um dos principais motivos para a derrubada das matas nativas. De acordo com o levantamento, "entre dezembro de 2003 e o mesmo mês de 2006, apenas 4% dos 10 milhões de novos animais adicionados às fazendas do país não estavam pastando sobre terrenos que um dia já foram floresta". Ou seja, "o crescimento da criação de bois fora da Amazônia é praticamente insignificante" conclui o levantamento.

    Soja e carne causam desmatamento
    Outra atividade listada por estar relacionadas ao desmatamento é o cultivo da soja. Na safra de grãos de 2008, a cultura de soja no país ocupou 21,3 milhões de hectares - o que corresponde a 45% de toda a lavoura brasileira de grãos - que também é formada por arroz, feijão e café, entre outros. No entanto, segundo o estudo, "5% da produção de soja brasileira era proveniente de terras localizadas no bioma amazônico". Além disso, os prejuízos aos rios e transtornos à população indígena são outras consequências indesejáveis da ocupação sojeira na Amazônia.

    A divulgação desses dados resultou na criação, em 2008, dos pactos empresariais da madeira, da carne e da soja, iniciativa desencadeada por entidades da sociedade civil organizada, visando o combate à degradação da floresta amazônica. Ao assinarem os pactos, as entidades assumem a responsabilidade de não se beneficiar nem comercializar produtos provenientes da exploração predatória da Amazônia, além de adotar ações de combate à exploração ilegal da floresta.

    Trabalho escravo também é problema
    O Pacto Nacional Pela Erradicação do Trabalho Escravo, formado por empresas, associações e entidades da sociedade civil, disponibiliza para consulta pública, uma lista das entidades que se comprometeram e não se beneficiar do trabalho escravo.

    http://www.portalodm.com.br/2011-e-declarado-o-ano-internacional-das-florestas-pela-onu--n--493.html

    segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

    Video: “A Era da Estupidez”

    “A Era da Estupidez” mostra a passividade humana diante das consequências do aquecimento global.

    A história se passa em 2055, e o personagem o ‘arquivista’ (Pete Postlethwaite) vive sozinho em um mundo devastado por causa do aquecimento global e utiliza seu tempo arquivando imagens do passado. Selecionando alguns vídeos, ele questiona por que a humanidade não tomou providências enquanto podia.

    O filme alterna depoimentos de seis pessoas que, de alguma forma, contribuem, combatem ou são atingidos pelas mudanças ambientais e humanas no planeta aos possíveis cenários para o mundo ao longo dos anos.

    Imagens reais e animações tecem o enredo e mostram o que devemos fazer para modificar esse sombrio futuro que nos espera se continuarmos com a má utilização dos recursos naturais.

    Através dos depoimentos, tragédias como a do Furacão Katrina, que destruiu o sul da Flórida, são humanizadas e causam empatia nos espectadores, que podem perceber sua participação na mudança climática e assim repensar seu consumo e se engajar na luta a favor da sustentabilidade.

    Os contrastes focados pela diretora ilustram as imensas desigualdades sociais entre as pessoas e o quanto a maioria não percebe as consequências dos seus atos.

    Preste atenção na justificativa da pequena comunidade inglesa contra a implantação de turbinas que produzem energia eólica, a possível diminuição do preço de suas fazendas pela “feiura” dos tais objetos, e o fato de essas pessoas afirmarem que são a favor das energia alternativas.

    A esperança de pessoas como o inglês Piers Guy e sua família, que vivem sustentavelmente, e da nigeriana Layaefa Malemi, que quer entrar na faculdade de medicina e ajudar sua comunidade, amenizam o clima nebuloso causado pelos dados alarmantes do filme.

    A “A Era da Estupidez” é um filme que traz muita reflexão e quem sabe pode trazer mudanças no jeito de agir das pessoas. A exibição do longa-metragem está vinculada à Campanha Global de Ações pelo Clima (GCCA), também denominada no Brasil campanha TicTacTicTac, é uma aliança inédita de organizações não-governamentais, sindicatos, grupos religiosos e pessoas que reivindicam um acordo ambicioso e justo na Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas.

    Assistam o vídeo, em 9 partes :



    quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

    Guia de Aves Mata Atlântica Paulista



    Para os interessados, segue o Guia de Aves Mata Atlântica Paulista:

    O Guia de aves Mata Atlântica Paulista, produzido pelo WWF-Brasil e pela Fundação Florestal do Estado de São Paulo com o apoio do HSBC, tem como objetivo incentivar a prática da observação de aves na bela região da Serra do Mar e Serra de Paranapiacaba. A obra foi pensada para ajudar todos os observadores, iniciantes ou mais experientes, a descobrir e desfrutar a riqueza multicolorida das aves dessas áreas protegidas.

    Pode ser comprado nos Parques por R$ 10, mas também existe a versão digital, segue link para download:

    http://www.wwf.org.br/informacoes/?26722/Guia-de-aves-Mata-Atlantica-Paulista



    Reforma do Codigo Florestal reduzirá estoques de carbono‏

    Dados preliminares de estudo do Observatório do Clima estimam que, se forem aprovadas as alterações no Código Florestal conforme o substitutivo proposto pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), há um risco potencial de quase 7 bilhões de toneladas de carbono acumuladas em diversos tipos de vegetação nativa a serem lançadas na atmosfera. Isto representaria 25,5 bilhões de toneladas de gases do efeito estufa, mais de 13 vezes as emissões do Brasil no ano de 2007.
    Um dos dispositivos propostos no Projeto de Lei 1876/99 que altera o Código Florestal trata da isenção de manter e recuperar a reserva legal em pequenas propriedades rurais (até quatro módulos fiscais). A isenção também se aplica ao equivalente a quatro módulos em grandes e médias propriedades. Tal medida é a que tem maior impacto potencial nas emissões de gases do efeito estufa e deixaria uma área total de 69,2 milhões hectares sem proteção da reserva legal, área maior que o estado de Minas Gerais. Segundo o levantamento do Observatório do Clima, o estoque potencial estimado de carbono nestas áreas é de 6,8 bilhões de toneladas, correspondendo a um volume de gases do efeito estufa de 25 bilhões de toneladas de CO2eq (gás carbônico equivalente).
    Uma segunda modificação importante prevê a redução de 30 metros para 15 metros na área de preservação de matas ciliares em rios com até 5 metros de largura. Esta mudança faria com que os seis biomas brasileiros deixassem de estocar 156 milhões de toneladas de carbono, correspondendo a mais de 570 milhões de toneladas de CO2eq, numa área de 1,8 milhão de hectares, o equivalente a mais de 2 milhões de campos de futebol.
    De acordo com André Ferretti, coordenador do Observatório do Clima, o estudo contempla apenas uma das diversas facetas das propostas de modificação do Código Florestal. “Com a aprovação do texto, a meta do Brasil de reduzir as emissões nacionais de gases causadores do aquecimento global viraria pó, além dos inúmeros impactos causados à biodiversidade”, avalia.
    As modificações podem comprometer gravemente a meta brasileira de redução de emissões estipulada na Política Nacional de Mudanças Climáticas. O Brasil assumiu ano passado, em Copenhague, o compromisso de cortar aproximadamente 1 bilhão de toneladas de suas emissões de gases no ano de 2020.
    Metodologia
    O estudo foi elaborado conforme as metodologias do Good Practice Guidance for Land Use, Land-Use Change and Forestry, do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima – IPCC (IPCC, 2003) e também de acordo com o Segundo Inventário Brasileiro de Emissões e Remoções Antrópicas de Gases de Efeito Estufa, divulgado em outubro pelo ministério da Ciência e Tecnologia.
    O território nacional foi subdividido em unidades espaciais na forma de polígonos que resultaram da integração das seguintes fontes de dados sobre Bioma (IBGE, 2004), Limites municipais (Malha Municipal Digital 2005 do IBGE), Fisionomia vegetal (IBGE, 2004) e Tipo de solo (EMBRAPA/IBGE, 2003).

    Conheça o Observatório do Clima: www.oc.org.br